O Comitê Científico
da V International Conference ACI
/ CANMET on High Performance Concrete
Structures and Materials HPC 2008,
reuniu-se em Varsóvia neste mês
de maio para revisar os trabalhos que
foram submetidos ao Congresso. Entre
mais de 56 analisados, foram aprovados
25 excelentes trabalhos para constar
dos anais que serão publicados
dentro da consagrada série ACI
Special Publication, fonte reconhecida
de bons trabalhos.
A atual República da Polônia
(Rzeczpospolita Polska) fala
a complicada língua polonesa
e ainda usa sua própria moeda
pois entrou para a comunidade Européia
faz pouco tempo e ainda falta cumprir
o prazo de carência. Varsóvia,
é a atual capital, com cerca
de 2 milhões de habitantes, com
vários centros de pesquisa, com
farta oferta de mão-de-obra qualificada
e muitas empresas e escritórios
de negócios. Praticamente em
cada quadra tem uma ou mais gruas de
construção e um caminhão
betoneira em cada esquina. Realmente
é impressionante o chamado boom
do leste europeu.
Como Varsóvia foi praticamente
destruída durante a II guerra
mundial, e está até hoje,
sendo reconstruída através
do uso massivo de concreto, tem-se a
nítida sensação
de estar numa cidade que vai ser a cidade
do futuro: metrô, trens, ruas
largas, calçadas nobres, parques,
cruzamentos amplos, muito verde e milhares
de árvores. Por todo lado edifícios
modernos, altos, afastados uns dos outros,
típicos do moderno estilo “high-tec”
de construção inaugurado
pelos franceses com “La Grande
Arche” de La Defense, nas
cercanias de Paris, na década
de 90. Varsóvia é uma
cidade com pouco e triste passado mas
com um lindo porvir.
Como estrangeiro percebe-se a facilidade
de comunicação, pois muitos
falam inglês, francês, russo,
espanhol e alemão, assim como
têm uma atitude simpática
e pró-ativa. Foi sede do Pacto
de Varsóvia, para defesa
militar solidária, assinado em
1.955 entre os países então
comunistas (Russia, Polonia, Bulgaria,
Hungria, Alemanha, Eslováquia
e Albania). Também foi sede da
chamada Convenção
de Varsóvia, que assinada
em 1.929, estabeleceu as bases dos seguros
na aviação comercial mundial,
por exemplo quanto deve ser pago ao
passageiro por uma mala extraviada.
Na Polônia igual que em outros
países desenvolvidos, o concreto
tem um papel de destaque sendo o principal
e mais consumido material de construção.
Ao olhar a história da humanidade,
principalmente aquela escrita por obras
de arquitetura e engenharia, é
interessante constatar como as grandes
mudanças na forma de construir
se devem à descoberta de novos
materiais estruturais e como o domínio
do conhecimento sobre materiais estruturais
marcaram o poder e o desenvolvimento
das nações ao longos dos
anos.
Duas das mais desenvolvidas e poderosas
sociedades atuais, os Estados Unidos
e o Canadá, consideram o investimento
no estudo das estruturas de concreto,
como um dos mais importantes investimentos
na ciência e tecnologia para obter
e manter a qualidade de vida de seus
povos e a liderança de seu parque
industrial. Essas sociedades entendem
que o profundo conhecimento sobre concreto
posiciona e mantem a indústria
na fronteira do conhecimento assegurando
sua alta competitividade.
Consequentemente a National Science
Foundation nos USA e o NRC no Canadá
aprovaram apoio e incentivos expressivos,
por longos 10 anos, através dos
consagrados programas ACBM nos USA e
“Béton Canadá no
Canadá, entendendo que o estudo
de concreto deve estar inserido no conhecimento
estratégico da “inteligência”
do país ao lado de recursos naturais,
saúde, biotecnologia, eletrônica,
espacial e outras. Com a mesma visão
moderna e abrangente a FHWA nos USA
e a Comunidade Européia têm
investido pesado no melhor conhecimento
das estruturas de concreto. Essas sociedades
entenderam há anos atrás,
que esse material e suas estruturas
ainda têm muito por desenvolver-se
e que vale a pena apostar nesse conhecimento.
O resultado não podia ser melhor.
O concreto apresentou uma enorme evolução
nas duas últimas décadas,
que se pode chamar de uma verdadeira
4ª Revolução
na arte de projetar e construir estruturas.
A reconhecida Scientific America, publicou
mais de 250 documentos nos últimos
dez anos, sobre pesquisa e desenvolvimento
em concreto. A Science News on line
tem publicado frequentemente muitas
inovações em tecnologia
de concreto tais como: HPC, HSC,
UHPC, translucid concrete, GFRC, SFRC,
self-cleaning concrete, reactive concrete
powder, fibers concrete, e muitas
outras.
Também a consagrada Popular Science
Magazine reconheceu o “conductive
concrete” como a mais importante
inovação do mundo no ano
de 1996 (uma década atrás).
Durante o ano passado o National Building
Museum, em Washington, USA, apresentou
a exposição New Architecture
in Concrete carinhosamente chamada de
“liquid stone”
com 30 inovações no campo
da tecnologia e estruturas de concreto.
Na França, o Musée des
Arts et Métiers, em Paris, está
apresentando a maravilhosa exposição
“Bétons: étonnez-vous!”,
onde é possível surpreender-se
com a história e a contribuição
do concreto à melhoria da saúde
e da qualidade de vida dos povos.
Retornando à história,
em busca das outras 3 grandes revoluções
na arte de projetar e construir estruturas,
deve-se retroceder a mais de 48 séculos
atrás, quando a sociedade Egípcia
reconheceu o político e alquimista
Imhotep, nomeando-o por primeira vez
na história da humanidade, com
o nobre título de Arquiteto (muitos
séculos depois também
conhecido por Engenheiro Civil), exatamente
porque ele projetou e construiu a primeira
Pirâmide do planeta, a Pirâmide
escalonada de Djeser, toda em blocos
de rocha, assim chamada em homenagem
ao imperador Djeser. Esse Mausoléu,
que substituiu os anteriores em madeira,
argila e cerâmica, é, consequentemente
muito mais durável e competente
para proteger para a eternidade os restos
mortais e mumificados dos imperadores
egípcios.
Era por volta do ano 2.790 aC, e essa
forma de projetar e construir pode ser
considerada a 1ª Grande
Revolução. Para
se ter uma idéia da evolução
que isso representou para a sociedade
egípcia e a humanidade, pode-se
citar que cerca de 400 anos depois,
outros povos da antiguidade ainda engatinhavam
na arte de construir estruturas como
por exemplo na Inglaterra, onde outro
monumento histórico, também
em rocha, denominado Stonehenge, da
época de 2.300 aC, ainda é
muito menos elaborado do ponto de vista
da engenharia de estruturas.
Os Arquitetos egípcios haviam
descoberto os métodos e procedimentos
adequados para trabalhar corretamente
a rocha como material de construção
de estruturas, estáveis e duráveis,
em substituição à
madeira e à argila até
então os mais utilizados. Cerca
de apenas 200anos depois, não
sem antes serem vítimas de alguns
colapsos de piramides que os ajudaram
a evoluir, os arquitetos egípcios
projetaram e construiram a pirâmide
de Khufu (em homenagem ao imperador
Khufu, também conhecido
por Queóps), considerada uma
das 7 maravilhas da antiguidade, com
impressionantes 147m de altura.
Com esse material de construção
eles conseguiram construir uma das mais
duráveis e resistentes obras
de Engenharia da humanidade, mostrando
ao mundo o poder e o desenvolvimento
da civilização egípcia.
Muito posteriormente outras grandes
civilizações tais como
a Grega, a Persa, a Romana, a Maia,
a Inca, a Asteca e os grandes arquitetos
da idade media e do renacentismo fizeram
uso da rocha e escreveram a história
da humanidade através de suas
obras bonitas, seguras e duráveis,
que complementam a história tradicional
escrita por palavras em pergaminhos.
As Catedrais de Colônia e
de Notre Dame, exploraram com seus
arcos góticos e belos espaços
internos, os limites de sofisticação
e combinação da rocha
natural e bem trabalhada como material
estrutural. As edificações
dessa época, no entanto, estavam
restritas a vãos em forma de
arco ou abóbadas com dimensões
inferiores a 50m, paredes portantes,
pisos e coberturas planas de madeira
e com vão bem limitado, o que
impedia construções em
altura e com grandes espaços
internos.
A segunda e incrível
grande evolução ocorreu
somente na Revolução Industrial,
ou seja, princípios do século
XIX, com a chegada do aço para
a construção de estruturas.
Foi então que a Engenharia conseguiu
construir pontes de grandes vãos
sendo a primeira ponte metálica
construída em 1.779, ainda com
modestos 30m de luz, denominada Coalbrookdale
Bridge, situada em Telford, na
Inglaterra e que até hoje encontra-se
em uso para pedestres. Em 1.883, os
americanos surpreenderam o mundo construindo
a maravilhosa Ponte do Brooklin em Nova
York, vedete de filmes até hoje,
uma linda ponte suspensa viabilizada
pelos cabos de aço galvanizados,
patenteados e fornecidos por John Augustus
Roebling a mais consagrada e famosa
casa da época. Roebling acabou
fornecendo cabos para a ponte Golden
Gate e centenas de outras, até
para a ponte Leonel Vieira em Punta
del Leste no Uruguai. Nessa época
na França, Gustave Eiffel projetou
e construiu a impressionante La
Tour Eiffel, inaugurada em 1.889,
com 312m de altura, superando por primeira
vez, depois de 4.468anos (44 séculos!),
a altura da Pirâmide egípcia
de Khufu, monumento mais alto até
então construído pelo
homem.
Esse novo material de construção
de estruturas, e a tecnologia decorrente,
tiveram enorme impulso devido a duas
importantes novas patentes da época.
A primeira, em 1.853 no estado de Nova
York, onde Elisha Graves Otis desenvolveu
o primeiro elevador seguro, sem risco
de queda que é utilizado até
hoje nas edificações altas
do mundo inteiro. Na prática
o primeiro elevador elétrico
Otis somente foi instalado em 1.889
num hotel em Nova York. A segunda, também
nos Estados Unidos, com a patente de
Leroy Buffington que em 1.888 patenteou
a forma de construir estruturas através
de um esqueleto reticular (pilares,
vigas e lajes) em substituição
às paredes portantes que passaram
a ter apenas função de
vedação, revolucionando
a forma de projetar e construir. Aconteceu
então, por volta de 1.891, o
início dos arranha-céus
com a inauguração do edifício
Wainwright com 42m de altura em St.
Louis, nos Estados Unidos. Essa nova
forma de construir ficou conhecida como
“Escola de Chicago”, sendo
o Arquiteto Louis Henry Sullivan considerado
seu ícone.
Apesar do concreto simples,
como material estrutural, ter sido magnificamente
aplicado nas centenas de quilometros
de rodovias e pavimentos da antiga Roma
(por exemplo na Via Apia, existente
até hoje nos arredores de Roma),
e na cúpula de maior vão
livre da antiguidade, o Panteão
de Roma com 44m de luz (vide Fig. 1),
somente superada em 1.912, na cobertura
de um centro de exposições
na Alemanha, o concreto armado é
muito jovem e pode ser considerado o
penúltimo dos grandes materiais
estruturais de construção
civil que a Engenharia descobriu.

Figura 1. Cúpula do Panteão
de Roma, construída em concreto
simples, com uso de agregados leves,
pozolana e cal hidratada, 118-125 dC.
O concreto da era atual,
teve início somente após
a patente do cimento Portland por John
Aspdin em 1.824, na Inglaterra. Nesses
primeiros anos, mesmo na França
e na Inglaterra, que eram as duas nações
mais desenvolvidas da época,
pouca aplicação significativa
teve, destacando-se a patente dos franceses
Lambot em 1.855 para construir barcos
e, Monier em 1.877, para construir vasos,
ambos de argamassa armada.
No fim daquele século
XIX pesquisadores do quilate de Louis
Vicat e René Ferét, trataram
de tornar esse novo material, o concreto
de cimento Portland, mais conhecido
e mais confiável, resultando
no interesse de seu uso generalizado
em estruturas. Com o embasamento teórico
e experimental sobre a confiabilidade
desse novo material estrutural, assegurado
por aqueles pesquisadores, e dispondo
de um produto industrializado, outro
francês, François Hennebique
(1841-1921), engenheiro construtor,
desenvolveu e obteve patente para o
projeto e construção de
edificações com base num
novo sistema construtivo por ele denominado
de “béton armé”
cujos primeiros desenhos estão
mostrados na Fig. 2.

Figura 2. Desenho típico de um
projeto e construção de
estruturas de concreto armado de acordo
com a patente de Hennebique em 1.892.
Ele mostrou que havia
resolvido os problemas de ligação
e engastamento entre vigas, pilares
e lajes e para demonstrar as vantagens
e segurança desse novo sistema
construtivo, Hennebique projetou e construiu
o primeiro edifício totalmente
de concreto armado, com pilares, vigas
e lajes, similar ao que hoje pratica-se
em todas as nações do
mundo. Demonstrou ser possível,
seguro e durável, substituir
as paredes portantes por paredes de
vedação e os pisos metálicos
ou de madeira por lajes de concreto
armado, inaugurando em 1.901 um prédio
de 7 andares onde fez sua residência
e seu escritório de negócios,
conforme mostrado na Fig. 3.

Figura 3. Rue Danton n.1. Quartier Latin,
Paris, 1.901. Vida útil comprovada
de 106 anos!
Seu descobrimento representou
uma 3ª Revolução
tão impressionante na
forma de projetar e construir estruturas
que em apenas uma década sua
empresa tinha 62 escritórios
espalhados pelas principais cidades
do mundo, nos 4 principais continentes
Europa, América, África
e Ásia. Em 1.903 Suiça
e Alemanha publicam as duas primeiras
normas de projeto e execução
de estruturas de concreto armado, seguidas
por França em 1.906, Inglaterra
em 1.907 e Estados Unidos em 1.910.
Brasil publica sua primeira norma em
1.931, depois de haver projetado e construído
dois recordes mundiais em altura, os
edifícios A Noite, no Rio de
Janeiro e Martinelli, em São
Paulo, ambos em fins da década
de 20, com mais de 100m de altura. Um
pouco antes, em meados da década
de 20, o Palácio Salvo em Montevidéu,
por primeira vez superou os 100m de
altura e foi considerado o primeiro
arranha-céu em concreto armado
do mundo. O concreto armado foi para
Brasil, Argentina, Uruguai e outros
países, nos quais não
existia indústria siderúrgica
capaz de produzir perfis estruturais,
o mais importante material estrutural
de construção civil da
primeira metade do século XX,
e continua assim até hoje.
Ainda na França,
em 1.928, Eugène Freyssinet,
insere seu nome na história,
patenteando o concreto protendido que
deu enorme impulso no uso das estruturas
de concreto não somente para
edifícios mas também para
pontes, viabilizando processos construtivos
tão ousados quanto os balanços
sucessivos para vencer grandes vãos
sem necessidade de escoramentos. Naquelas
poucas décadas o projeto das
estruturas havia mudado radicalmente.
Não eram mais necessários
arcos e abóbadas para vencer
vãos, nem escoramentos tradicionais,
nem vários materiais, nem paredes
estruturais para suportar cargas, bastavam
pilares, vigas e lajes planas de concreto.
Vale a pena, no entanto, olhar para
o então enorme desenvolvimento
da Engenharia de estrutura metálica
que naquela época, em 1.931,
inaugurava o Empire State Building em
Nova York com 383m de altura, surpreendendo
a engenharia mundial e colocando-se
como o grande marco do poder e do desenvolvimento
da civilização americana.
Durante todo o século XX as estruturas
metálicas prevaleceram sobre
as de concreto, havendo notável
alteração somente no fim
da última década, conforme
mostrado no Quadro 1.
Quadro 1. Síntese
das 4 grandes revoluções
na arte e projetar e construir estruturas.

Em 1.976, a Engenharia
canadense impressiona o mundo com a
construção em tempo recorde
da CN Tower, hoje pertencente
à “CLC Real Estate Canada
Lands Company”, em concreto protendido
com 555m de altura, considerada até
hoje a mais alta estrutura construída
pelo homem, graças à ousadia
do arquiteto John Andrews e dos engenheiros
projetistas da NCK Engineering.
Em 1.997, a Malásia, em Kuala
Lumpur, deu um passo enorme em direção
à 4ª Revolução
na arte de projetar e construir estruturas,
com a construção
das torres gêmeas Petronas, inteiramente
em concreto de alto desempenho e com
452m de altura, superando a estrutura
metálica da Torre Sears, na época
a mais alta estrutura do mundo, situada
em Chicago. Com projeto do consagrado
arquiteto argentino Cesar Pelli e projeto
estrutural do reconhecido escritório
americano “Thornton Tomasetti”,
essa obra emblemática pode ser
considerada um divisor de águas,
pois a partir desse período o
mundo das estruturas de edifícios
adota definitivamente o concreto de
alto desempenho.
De acordo com os levantamentos
do “CTBUH à Council
on Tall Buildings and Urban Habitat”,
relatado por Gilberto do Valle no 48º
Congresso Brasileiro do Concreto ocorrido
no Rio de Janeiro, hoje já existem
5 novos edifícios com altura
superior a 450m, entre eles o edifício
Taipei 101 “Shangai World
Financial Centre” em Taiwan,
inaugurado em 2.005 com 509m de altura,
construído com estrutura mista
aço / concreto de alto desempenho
(80 MPa).
Nos últimos dez
anos, de 1.997 data da inauguração
da Petronas Tower para cá,
36 novos edifícios com altura
superior a 300m (novo patamar para ser
considerado arranha-céu), foram
construídos ou estão em
construção no mundo. Desse
total, 13 são em estrutura inteiramente
de concreto, inclusive o mais alto do
mundo, atualmente em construção
nos Emirados Árabes, denominado
Burg (torre) Dubai, com prováveis
750m, a ser inaugurado em 2.008. Dos
36 citados, outros 19 são em
estrutura mista concreto / aço,
e somente 4 são em estrutura
inteiramente de aço.
Em 100anos, o concreto,
vital construction material segundo
o ACBM, superou todo os limites e fronteiras
do conhecimento em Engenharia de projeto
e de construção! Trata-se
do mais novo material de construção
estrutural descoberto pela Engenharia
e que ainda se encontra em franca evolução
não sendo possível prever
seu futuro e nem definir seus limites.
A história recente tem demonstrado
que ainda vale a pena pesquisar, projetar,
dosar, construir, sempre buscando tirar
mais proveito desse versátil
material de construção,
explorando seu elevado desempenho e
usando-o corretamente sob o ponto de
vista da proteção ambiental
e da sustentabilidade.
Na última década
muitas empresas e projetistas no mundo,
às vezes até sem ter plena
consciência, têm tirado
proveito das novas tecnologias desenvolvidas
pelos grandes centros de pesquisa e
desenvolvimento em concreto, como o
ACBM e FHWA nos Estados
Unidos, o Béton Canadá,
no Canadá, e muitos outros na
Europa, Ásia e Austrália.
Só no Brasil há cerca
de 130 Centros de P&D em concreto
registrados no sistema do CNPq.
As pesquisas, estudos e experimentações
nesses centros trazem tranquilidade
e segurança a projetistas, construtores
e usuários que a cada dia mais
preferem essa revolucionária
opção de construção
de estruturas, encontrando farto material
de consulta e suporte para seus projetos
e alternativas construtivas.
Pesquisa, conhecimento,
confiança e permanente transferência
de tecnologia, são os pilares
de sustentação do crescente
e pujante mercado das estruturas de
concreto no Brasil e no mundo.
Paulo Helene
Diretor Presidente
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